21 de Nov 2016

Papa fecha Porta Santa e encerra o Ano da Misericórdia

O Papa Francisco fechou neste domingo (20), a Porta Santa da Basílica de São Pedro, no Vaticano, encerrando, assim, o Jubileu da Misericórdia, iniciado em 8 de dezembro de 2015.

O Santo Padre presidiu a Santa Missa na Solenidade de Cristo Rei do Universo, concelebrando com os novos cardeais, criados ontem em Consistório, entre eles, o Arcebispo de Brasília (DF), Dom Sérgio da Rocha.

A clausura da porta, que apenas se abre nos Anos Santos (29 até hoje, na história da Igreja Católica), decorreu antes da Missa a que o Papa preside na Praça de São Pedro.

O primeiro gesto do Jubileu da Misericórdia aconteceu com a abertura da Porta da Misericórdia em Bangui, a 29 de novembro de 2015, na visita de Francisco à República Centro-Africana; a Porta Santa do Vaticano foi aberta a 8 de dezembro.

Francisco promoveu catequeses especiais, em audiências jubilares aos sábados, acolheu visitas de presos, sem-abrigo ou doentes, entre outros, para jubileus particulares, e recordou a importância das obras de misericórdia, corporais e espirituais, que a Igreja Católica propõe aos seus fiéis.

O próprio Papa levou a cabo iniciativas “surpresa” nas chamadas “sextas-feiras da Misericórdia”, nas quais visitou, entre outros, doentes em estado vegetativo, uma comunidade de toxicodependentes, pessoas com deficiências mentais graves, padres, mulheres “libertadas de redes de prostituição”, bebés prematuros ou uma ‘Aldeia SOS’ para crianças.

Francisco presidiu na Polônia à Jornada Mundial da Juventude, tendo passado em silêncio pelos campos de concentração nazis de Auschwitz-Birkenau.

Milhões de pessoas passaram por Roma para atravessar a Porta Santa, em peregrinação e para as várias celebrações presididas pelo Papa, com destaque para a canonização de Madre Teresa de Calcutá, a 4 de setembro.

Ao longo do Jubileu, Francisco visitou refugiados na ilha grega de Lesbos com o patriarca de Constantinopla (Igreja Ortodoxa), Bartolomeu; encontrou-se em Cuba com o patriarca ortodoxo de Moscovo, Cirilo; e participou na comemoração conjunta dos 500 anos da reforma luterana, na Suécia.

O Papa sublinha que este percurso ecumênico “já vem de longe” e é um caminho que se “intensifica” com o passar do tempo.

Fonte: a12.com

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