17 de Fev 2017

Funcionários dos Correios podem fazer greve para garantir direitos

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Trabalhadores nos Correios estão em estado de alerta, com possibilidade de greve geral. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares de Uberaba e Região (Sintect-URA), Wolnei Capoli, após reunião realizada na tarde de quarta-feira (15), foi deliberado estado de greve, porque os funcionários estão vivenciando momento difícil na empresa.

“As medidas que a direção da empresa vem adotando para fazer essa suposta economia, inclusive, com as notícias de demissão sem justa causa, não agradam à categoria. Nós somos concursados e a empresa prega que está com déficit e, para isto, ela demite trabalhadores?”, questiona, lamentando.

Conforme Wolnei, todos os sindicatos brasileiros têm essa semana para realizar as assembleias para decidir se deliberarão a favor ou não da greve. “As ameaças da empresa de demissão e de compartilhamento no nosso plano médico. Na iminência de descumprimento do acordo coletivo de trabalho, que tem data-base em agosto, nós vamos entrar em greve por período indeterminado”, garante Wolnei Capoli.

Segundo o sindicalista, no sábado (18) e domingo (19), os sindicalistas vão se reunir em Brasília, no Distrito Federal, com a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores para debater essas questões e analisar a possibilidade de greve. Caso não haja acordo, a expectativa é de realizar uma grande manifestação na porta da empresa em Brasília, na segunda-feira (20), às 10h. “Queremos conscientizar a empresa e colocar alternativas para melhorar o quadro da empresa, disponibilizando cargos que hoje são meramente políticos à disposição, e não apenas os de carteiros, atendente”, pontua, acrescentando que, para cada cargo comissionado, a empresa pagaria de quatro a seis carteiros. “Colocando alguns cargos do alto escalão à disposição para salvar a empresa, com certeza, não precisaria mandar embora de forma deliberada os nossos aposentados, não precisa forçar a saída de atendentes, de motoristas e carteiros”, salienta.

Fonte: jmonline.com.br

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